E ae. Sei que isso aqui anda cheio de teias de aranha, afinal nem eu mesmo tenho passado para revê-lo.

Contudo a vida é cheia de surpresas não?

Hoje achei um texto magnífico que merece ser divulgado, pela sua ideia genial e principalmente pelo sentimento que emana de suas palavras.

O texto não é de autoria minha. É da Marianna Greca (@MariannaGreca) e é claro, pedi autorização antes de publicá-lo aqui também.

Afinal todos temos nosso “Momento Mãe” ^^

“Mãe é doação.

Mãe é estado permanente de cuidado.

E é de mães que todo mundo precisa.

Precisamos de mais homens e mulheres que sejam mães. Chefes-mães, colegas-de-trabalho-mães, cobradores-de-ônibus-mães, professores-mães, alunos-mães, etc.

Afinal, quem disse que útero é pré-requisito para ter de agir como mãe com quem está à sua volta?

A incapacidade de assumir esse sentimento materno em relação às pessoas, gera uma orfandade geral do mundo.

Nos tornamos todos órfãos, carentes de uma mãe que seja, no mínimo, gentil conosco de vez em quando.

Esse é um apelo inspirado nas mães de verdade, mas voltado a quem interessar. A quem contribui para a solidão que todos sentimos em relação ao mundo lá fora. E a quem também seja capaz de mudar, e assumir a responsabilidade pelo seu próximo. A todo mundo que faz parte do meu dia a dia e o afeta diretamente, mesmo que não tenha ligação alguma comigo.

Por isso, eu faço um apelo a você. Quem quer que você seja. E vejamos o que muda nas nossas vidas.

Você seria capaz de me abrir um sorriso mesmo no seu pior dia?

Você conseguiria, uma vez ou outra, se colocar no meu lugar?

Você poderia ser gentil comigo mesmo que eu nunca tenha feito nada concreto para merecê-lo?

Você seria capaz de doar uma pequena fração da sua felicidade, saúde, individualidade e tempo, única e exclusivamente para me fazer uma gentileza?

Estou pedindo muito?

Provavelmente, sim, estou. A orfandade do mundo é uma epidemia. Uma doença altamente contagiosa, que só tem um possível tratamento e cura:

Assuma a maternidade do mundo – o seu mundo. A sua casa e seu local de trabalho – e me mostre o resultado na qualidade de vida dos seus filhos adotivos. E acredite, da sua também.

Uma observação. Eu iria fechar o texto perguntando de que outras razões você precisa para fazê-lo.

Mas reconheço que não lhe dei nenhuma. Não, não sei lhe dizer por que vale a pena doar-se para outras pessoas, que, admito, provavelmente não o merecem.

Mas desde quando mãe precisa de uma boa razão?

Pense nisso.

E Feliz Dia das Mães para aqueles capazes de aquecer a vida de quem está ao seu redor”.

Obrigado Maria =p

Grande abraço a todos